quarta-feira, 7 de março de 2012

Elevador quebrado e escada sem saída

Sonho de 07/03/2012

Estava voltando do shopping, quando reparei que na estrada havia um prédio que eu nunca tinha visto. Vi algumas placas de “Visite o decorado” e resolvi entrar. Sigo as placas indicativas e vou até o apartamento decorado, que ficava no 3º andar. O corretor, um senhor de óculos e cabelos brancos, gordinho, estava lá, sentado na mesa de jantar do mesmo e me dá boas-vindas.

Ele então começa a me mostrar o apartamento, muito bem disposto com uma decoração super fofa, estilo nordestino, me fez lembrar muito a minha mãe. Em vários cantos, haviam várias peças iguais e o corretor me diz que estão a venda. Achei o apartamento grande, fiquei empolgada com a disposição, mas naquele momento não tinha condições de comprar.

Ele me mostrou os três quartos, a sala, a cozinha, e foi dizendo que estava valendo muito a pena. Era apenas um apartamento por andar e não havia escada, apenas o elevador que dava direto dentro da sala de estar. Achei aquilo um pouco estranho, até porque eu havia reparado numa porta lateral ao lado do elevador el achei que era a porta da frente, no entanto, se aberta, dava para o nada. Do outro lado do elevador, tinha uma escada daquelas em espiral, inacabada, que não dava para subir, pois não dava acesso ao andar de cima.

Entramos no elevador e fomos para o último andar, onde havia uma grande área de convivência. Quadras de basquete, vôlei, tênis e uma linda piscina. Havia muita gente se divertindo. Perguntei se já havia muita gente morando e o corretor me respondeu que sim, já que o prédio tinha sido construído em no ano 2000.

Voltamos para o apartamento e o corretor me pergunta porque eu me interessei por ele. Eu respondi que queria um lugar mais espaçoso, pois estava querendo engravidar. Perguntei o preço. “R$ 30.000”, respondeu ele. Achei muito em conta e liguei para o Mario. O corretor então sai de cena e me deixa a vontade para explorar o espaço.

Sinto uma dor de barriga e procuro o banheiro, que ficava ao lado da escada inútil e tinha uma porta verde musgo, mas estava ocupado, ou pelo menos trancado. Percebo que ao lado da porta que dá para o nada, na sala, há um vaso sanitário (???). Resolvo usar ali mesmo. Várias pessoas começam a circular pela sala, olhando o apartamento, inclusive outros corretores, mas ninguém vê que estou ali.

O Mario chega e entra no apartamento, dá uma olhada geral e quando chamamos o elevador para vermos a área de lazer, o mesmo quebra. A sala está cheia de visitantes, inclusive uma mulher com sua filha pequena que parecia ter acabado de aprender a andar.

Começo a comentar que era um absurdo não ter escada no apartamento. Com o elevador quebrado, teríamos que ficar ali, aguardando o conserto. A mulher com a pequena criança começa a subir a escada em espiral e, antes de perceber que não tinha fim, a menina cai entre os degraus e fica pendurada de cabeça para baixo. Cutuco o Mario para ele segurá-la, antes que ela caísse no chão.

De repente, o elevador chega. Como as pessoas ficaram desatentas com o incidente na escada, apenas eu, o Ma e mais duas pessoas viram o elevador. Entramos e eu digo “Aperta logo, antes que todo mundo resolva entrar”. A porta se fecha e se abre em seguida: uma mulher diz “Seus sem educação, todo mundo está esperando o elevador”. Um barulho estranho começa e o chão do elevador começa a tremer. Corremos todos para fora e quase que de imediato, o elevador cede e cai. Sobe uma fumaça de poeira.

“Que sorte, pensei, ninguém se feriu”. Estava ficando com fome e fui ficando irritada. Não havia como sair dali.

Meu celular toca. Era a minha melhor amiga, perguntando onde eu estava. Ao dizer, ela se espanta e diz “Não acredito! E moro neste prédio, venha no meu apartamento!”. Explico que o elevador está quebrado e ela me diz que da janela da cozinha tem um acesso a uma escada externa, dessas de incêndio.

Descemos e a encontramos no fundo do prédio. Atordoada pela fome, pergunto a ela como sairíamos do prédio com o carro, pois eu queria ir embora para comer alguma coisa. Ela diz que só dava pra sair pelo portão principal, em frente ao prédio e que estávamos sem acesso.

Achando aquilo tudo um absurdo, reparo que várias pessoas estavam indo em direção ao fundo do prédio, onde havia um pequeno portão. Lá, dois porteiros avisam que era possível sair por ali, pois o carro passava, de respão, mas passavai. Bem ao lado do portão, do lado externo ao prédio, havia um interfone. Minha amiga interfona para o seu apartamento e fala com sua mãe. Ela pede para subirmos. O Mario faz uma ligação do interfone (???). Subimos e a mãe dela fala que iríamos a uma pizzaria. Entramos no carro dela, uma Cherokee e começamos a descer... de escada!!! Mas que trabalhão... não estava acreditando que o carro passaria numa escada... como ele faria a curva? Com muito esforço e suando, a mãe dela consegue tirar o carro. O marido, ao lado, começa a resmungar, dizendo que o shorts que ela vestia era muito curto.

Acordei. Estava apertada para ir ao banheiro. Olho no relógio e são 6:20h, ainda faltava uma hora de sono. Volto para cama e o sonho continua:

Estava com muita fome, mas desisto de ir a pizzaria e me despeço, puxando o Mario de volta ao apartamento decorado, em busca do nosso carro, que estava estacionado do outro lado do prédio, na entrada. Ele me diz que está apertado, e entra no banheiro ao lado do elevador. Eu bato na porta e digo para ele se apressar. Ele me pergunta se eu tenho uma toalha na mala. Olho para a sala e há mesmo uma mala nossa no chão, mas quando entro no banheiro, vejo a banheira repleta de toalhas enroladas e organizadas, eram muitas e coloridas. Furiosa, grito para ele pegar uma qualquer na banheira e se apressar.

Quando chegamos em casa, há uma correspondência. O Mario abre e eu pergunto o que era. Ele responde que era a conta do interfone que ele usou no outro prédio, indignado e eu digo “No prédio em que minha avó morava, também havia cobrança para quem utilizasse o interfone”.

O despertador toca. Ai que preguiça!

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